Memória USB: mudando a sua experiência tecnológica

Quem estudou no fim dos anos 90, começo dos anos 2000, isso sem contar todas as pessoas antes, devem lembrar dos professores com verdadeiros calhamaços de transparências e slides e projetores que eram verdadeiras geringonças. E além de tudo isso, a resolução era péssima, fazendo mais um desserviço do que um auxílio para a aula. Isso era pré-memória USB.

A partir dos anos 2000, isso mudou. Os professores podiam chegar na aula com um acessório no bolso. O pen drive pode arquivar milhares de documentos, imagens, vídeos e músicas. E com uma resolução muito melhor, sem precisar dos aparelhos pesados de outrora.

Esse é só um exemplo de como a memória USB melhorou a vida das pessoas, tanto no aspecto profissional como pessoal.

Memória USB: o que mudou?

Apesar do que muitos acham, a porta USB não serve só para pen drives, só que o formato de caneta foi o que mais caiu no gosto das pessoas por ser resistente e muito fácil de guardar. Mas cartões e HDs podem também ter memória USB.

Independente do formato, a memória USB veio para mudar o mundo e como nós armazenamos dados digitais e comunicamos nossas informações com outros computadores e outras pessoas.

Além do pen drive para armazenar, a questão da memória flash adaptada para USB também serviu para reprodutores de MP3 e até programas de limpeza de computadores, como o comprar PC Flash.  Essa tecnologia, que mal tem 20 anos, chegou para reformar e otimizar todo o conceito de memória e armazenamento, algo de suma importância quando falamos de computadores e máquinas conectadas umas nas outras.

O primeiro drive USB chegou ao mercado em 2000, depois do USB 1.0 ter sido criado em 1996. O modelo inicial tinha 8MB de tamanho, o que hoje parece pífio, mas na época era algo muito considerável. O grande ponto positivo era poder inscrever dados e informações e apagá-los depois, sem ter que usar uma nova mídia, algo que com CDs e disquetes, só para pegar dois exemplos recentes, não podiam.

Com o passar dos anos e o decorrer dos anos 2000, os tamanhos de pen drive se mantiveram, mas o armazenamento foi crescendo: 16 MB, depois 32 MB, até que foi crescendo e chegou nos gigas, com 8GB, 16GB, 32GB. Hoje, estamos usando pen drives com grande número de gigas e que podem até chegar no terabyte de armazenamento.

E enquanto o armazenamento crescia na memória USB, o preço começou a cair e cair, já que as vendas eram numerosas e diversas empresas no mercado podem explorar a ideia. Hoje, pen drives chegam a ser distribuídos como brindes e podem ser achados por preços módicos em lojas de todo tipo, não só de informática.

Qual é o futuro?

O futuro parece reservar ainda mais armazenamento para as pessoas. Se a fronteira do terabyte foi alcançada, 2 “teras”, 4 TBs podem estar na palma da mão e na ponta do dedo em poucos anos, com chips cada vez menores e pen drives que vão parecer mais pinças do que canetas ou cartões.

Depois do USB 1.0, nós passamos pelo 2.0 e o 3.0, aumentado cada vez mais o processamento de dados e a velocidade das informações. E o melhor: a memória USB é compatível com computadores de todas as marcas, fazendo um pen drive conversar com outras máquinas sem problemas. Há uma infinidade de possibilidades nesse mercado que com certeza serão abordadas.

Deixe uma resposta